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domingo, 13 de abril de 2014

Emagreça Feliz

Emagreça Feliz e com saúde SPA MARIA BONITA

Filosofia: Emagrecimento e beleza são resultados de uma abordagem integrada do ser humano. Compreende não somente o aspecto físico do indivíduo, mas também o emocional, o mental e o social. "Buscamos reequilibrar a saúde sem o clima de sacrifício, comum em muitos spas. Aqui tudo é divertido, adotamos a terapia do riso", conta Tânia Alves, a atriz sócia do spa. Dicas de alimentação: Inicie a refeição por uma salada crua e colorida, que limpa e nutre o organismo, dando disposição. Evite ingerir alimentos de origem animal. Se deseja acelerar o processo de emagrecimento, selecione um prato quente de legumes para acompanhar a salada, dispensando proteínas e carboidratos. E no jantar, refeições leves e líquidas - sopa, por exemplo. Programa de emagrecimento: Alimentação higienista, sistema criado por médicos americanos, que respeita os processos químicos e físicos que regem o funcionamento do corpo, mantendo ativo seu poder de regeneração. O emagrecimento ocorre por meio da desintoxicação. O hóspede passa por reeducação alimentar e aprende os princípios dos ciclos digestivos, com ênfase na ingestão de alimentos enzimáticos (frutas e verduras cruas) e na eliminação daqueles incompatíveis com nosso metabolismo.
Perda de peso estimada: Em uma semana, elimina-se de 4% a 6% do peso, dependendo do desempenho e metabolismo de cada um. Diferencial: Respeitar os alicerces de uma vida saudável - alimentação inteligente, exercícios, repouso e relação harmoniosa com o ambiente natural e social. "Somos o único spa que não usa contagem de calorias e remédios", defende Tânia Alves. O que é proibido: Desprezar os princípios básicos do higienismo. Pulo do gato: Kit Emagreça para Sempre com o Programa do Spa Maria Bonita, contendo fita com demonstração prática do preparo de um cardápio completo para um dia; livro O Programa do spa Maria Bonita, com explicação sobre os conceitos do Spa; CD Movimento e Repouso, induções para despertar e adormecer, baseadas em técnicas de ioga, neurolingüística e xamanismo. Onde: Rodovia Teresópolis-Friburgo, km 56, Nova Friburgo, RJ. Telefone 21 2513-4050. Site: www.spamariabonita.com.br

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domingo, 6 de setembro de 2009

Eu sempre acreditei...

Eu sempre acreditei que jogos aumentavam o poder de raciocínio, pelo menos alguns dos jogos,e tropecei nesse texto na internet,que eu adorei, e não pude deixar de postar aqui.
Jogar Tetris modifica fisicamente o cérebro, segundo pesquisa
O estímulo do jogo faz o córtex se desenvolver e deixa mais eficiente outras partes do órgão.

Por Stella Dauer

Cientistas podem ter descoberto que o jogo inventado por russos no século passado ajuda no desenvolvimento do cérebro e faz crescer a massa cinzenta dos seus aficionados.

O estudo foi realizado pela Blue Planet Software detentora dos direitos do jogo em conjunto com a Mind Research Network e mostrou que jogar Tetris pode modificar fisicamente o cérebro de uma pessoa... Dependendo do tempo que for jogado, o Tetris pode tornar certas áreas do cérebro humano mais eficientes.


Segundo o site The Escapist o estímulo causado pelo jogo também faz com que outras áreas do cérebro desenvolvam melhor seu córtex, camada mais externa do cérebro dos seres humanos, aumentando o volume da massa encefálica.
Um dos pesquisadores, o dr. Richard Haier, acredita que o Tetris cria mudanças físicas duradouras na mente, ajudando a retardar o declínio do raciocínio que acontece com o avanço da idade nas pessoas, noticiou o blog Game|Life da revista Wired Haier também informou que outros jogos de quebra-cabeça como palavras cruzadas e vídeo game ajudam para alcançar esse benefício.


A pesquisa, publicada esta semana no periódico BMC Research Notes, foi conduzida com 26 adolescentes do sexo feminino que jogaram Tetris por três meses consecutivos e passaram por exames de ressonância magnética antes e depois desse período, noticiou o site New Mexico Business Weekly . Apesar de criticado pela baixa amostragem e pela influência da Blue Planet, que tem interesse na publicidade positiva advinda da pesquisa, o estudo pode ser considerado cientificamente válido, ainda que de pouco alcance.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

De olho...

Invenção muito útil ,o Pool Protector Alarm,acredito que se bem divulgado vai ajudar bastante a donas de casa e babás,quando as crianças dão aquela rápida escapada que ninguém viu.

Pool Protector Alarm é um ítem muito útil para quem mora em casa com piscina e tem crianças ou cachorros. O alarme de piscina tem um funcionamento muito simples: se alguém cair na piscina o gadget toca uma sirene local bem estridente e toca outro alarme em um receptor remoto que fica com você e que tem alcance de 60 metros.

O Pool Protector Alarm é alimentado por uma bateria de 9V que dura por um ano de uso normal. O alarme pode ser colocado no modo ?sleep? quando a piscina estiver sendo usada, assim você não precisa de protetor de ouvido enquanto nada!

É importante lembrar que o Pool Protector é apenas uma segurança adicional e não substitui as precauções normais como piscina cercada, bóias e supervisão constante de adultos.

O Pool Protector Alarm custa US$139,95 na Defense Devices.com.

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Sonhos meu,sonho nosso...

Quem já não se imaginou numa cadeira confortável,com diversos recursos ,para passar o tempo diante do pc?vejam algumas imagens de super cadeiras,provavelmente com preços espaciais,mas como dá pra imginar sem mexer no bolso neh...
Tem modelos pra todos os gostos....A cadeira acima é o modelo Surf Chair ,dita a cadeira para sedentários.Sabendo que as pessoas que passam o dia inteiro em frente ao computador não costumam se sentar de maneira correta, a designer Kenneth Lylover desenvolveu a Surf Chair.

A cadeira ergonômica G-Tech:

A cadeira Neber da G-Tech foi criada para quem passa o dia inteiro na frente do computador, reduzindo o cansaço após horas de trabalho. Ainda não temos muitos detalhes, mas a G-Tech informa que esta cadeira pode ser usada por pessoas de todas as idades, e tem suporte para pés, mão e proteção para o seu pulso. Ela é toda feita de alumínio e está sendo exibida em uma feira de TI na Coréia do Sul.

Saiba mais no site da G-Tech (traduzido).
Tem modelos mais simples,mas com um design fantástico:

Cadeira que acomoda computador portátil chama atenção pela versatilidade.

Fonte: http://www.likecool.com/index-4.html

E mais modelos futurísticos como por exemplo esta:



Praticamente um escritório High Tech ,com um visual extremamente inovador.

Este modelo NovelQuest Emperor ,traz um ar robótico ao estilo.

A NovelQuest Emperor tem 3 monitores LCD presos a um braço motorizado que pode baixá-lo ou erguê-lo ao gosto do usuário. Um PC último modelo fica integrado na sua lateral, perto da saída do som THX e o ar-condicionado.

Foi lançada oficialmente no CES 2009, em Las Vegas, na segunda semana de janeiro.

Podem ver vídeos desta nova invenção no site Oficial da NovelQuest.

Link: NovelQuest Emperor

Não podia faltar um modelo para gammers neh:

A ?Battle-Rig Pro? é uma estação de jogos multifuncional para acomodar o computador, joystick e toda a parafernália que normalmente amontoamos em cima da mesa.

A estação pode ser customizada ao gosto do cliente e pintada de qualquer cor. Com a Battle-Rig Pro você fica sentado no meio da ação, em uma cadeira Recaro e ouvindo som surround!
Veja mais detlhes no site da Master-Rig, traduzido do alemão para o inglês pelo Google.
Bom ,quando eu parar de babar aqui,vou ver se consigo voltar a trabalhar,minha cadeira agora ficou parecendo um caixote de ripas.

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Bom uso...

Vi essa idéia e achei interessante,a reutilização de materiais não tem limites.O que é bom,só que faltam incentivos.
A Text-ile:cadeira feita com teclados.
A todo momento, milhares de teclados são descartados mundo afora, e qualquer idéia que possa reaproveitar todo esse lixo, como a cadeira da foto acima, são muito bem-vindas.

Chamada de “Text-ile”, a cadeira utilizou 40 teclados obtidos de uma única empresa. O projeto foi desenvolvido por Dante Bonuccelli e Lamm, para um workshop sobre design e reciclagem.

A cadeira parece ser bem confortável, uma excelente idéia. Mas não é uma boa forma de esquecer do trabalho nas horas de descanso.

Link: these keyboards won’t strain your wrists: computer keyboard chair (Technabob)

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quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Se a moda pega...

Andei pensando numa idéia,aí fui pesquisar na internet,(normalmente tudo que tenho alguma dúvida eu tento descobrir,isso já me rendeu por alguns amigos o apelido de "garimpeiro")a idéia de exercer alguma atividade enquanto estiver no pc.Pra não tornar o tempo usado ao pc,às vezes tempo perdido com futilidades,ainda pior .Quem fica muito tempo na frente de um pc ,normalmente não se exercita bem.A maioria das pessoas,não para nem pra comer quando está ao pc.Bom ,me veio a idéia de uma bicicleta ergométrica,já manteria algum movimento...

...e por que não aproveitar essa energia?Descobri que alguem já tinha pensado em algo parecido,mesmo assim resolvi postar aqui.Alguns alunos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) produziram no âmbito da cadeira de Introdução à Engenharia Civil e Ambiental um projecto de produção de energia a pedal para manter em funcionamento um computador portátil.

A equipa de alunos do MIT partiu para esta ideia do proposto no projecto da disciplina, que pedia que fosse criada uma forma de produzir energia eléctrica de forma mecânica. Daí pensaram em associar uma bicicleta fixa de exercício a um gerador eléctrico através de um sistema de correias e algumas baterias para armazenar essa energia.

Estes alunos contactaram alguns departamentos da faculdade por iniciativa própria para obter apoio, que obtiveram de vários professores, inclusive de responsáveis da Iniciativa para a Energia do MIT. O MITEI pretende criar discussão, influenciar decisões, fazer auditorias sobre os consumos energéticos do Campus e sensibilizar a população académica para as questões da energia, construção sustentável, etc.

O sistema é capaz de produzir à volta de 75W (dependendo do utilizador), o que é muito acima do consumo dos computadores portáteis mais eficientes existentes no mercado. Um computador com um processador actual, placas gráfica e de rede sem fios integradas da Intel é capaz de consumir cerca de 14-18W em modo de poupança de energia (ecrã com brilho reduzido, pouca utilização da placa gráfica e do disco) e pelos 25-35W em utilização intensiva (a jogar ou a ver vídeos de alta definição com o brilho do ecrã elevado, por exemplo). Se pegarmos num sistema verdadeiramente poupado como o XO do projecto OLPC (o consumo planeado é cerca de 2W), então um sistema de produção de electricidade idêntico a este pode fornecer energia a mais de 30 computadores ao mesmo tempo!
Fonte www.cenasapedal.com

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Cleptomania

Você sabe o que é Cleptomania?A palvra vem do verbo grego "Klepto", q significa roubar, subtrair, tirar às escondidas.É uma doença compulsiva, isto é, o indivíduo não tem controle sobre seus atos.Pessoas ricas e pobres sofrem igualmente desse distúrbio.É uma doença como o alcoolismo, o transtorno-obssessivo-compulsivo (TOC), a agorafobia (medo de sair ao ar livre), e tantos outros que acometem as pessoas.Voce concorda?Estas afirmações...

...Estas afirmações geram controvérsias.O tratamento ou diagnóstico, em algumas vezes,pode variar de acordo com sua classe social.A Cleptomania caracteriza-se por impulso para roubar objetos que são desnecessários para o uso pessoal ou sem valor monetário.O cleptomaníaco deve ir para a prisão ou receber um tratamento diferenciado?Como um acompanhamento psicológico ou tratamento psiquiátrico?Ou talvez uma prisão psiquiátrica?Adultos com cleptomania roubam porque isto oferece alívio ou conforto emocional, “Infelizmente, poucas pessoas procuram tratamento até que são pegas roubando”, alerta psicóloga Edenilce Baldini Benetti.
Não existem estudos controlados de tratamentos somáticos ou psicológicos para cleptomania. Edenilce afirma que a ajuda, muitas vezes, vem com o auxílio de medicação associada à terapia. “O autoconhecimento é essencial nestes casos. Geralmente o distúrbio atinge mais mulheres e os sintomas vêm associados à instabilidade de humor. Através da fala, a paciente vai reorganizando sua história emocional e suas vivências. O processo é lento, mas indispensável para trazer alívio e respostas para o indivíduo”, finalizou.
Como é o paciente com cleptomania?
Aparentemente o cleptomaníaco é completamente normal não há um traço identificável fora do descontrole em si mesmo, ou seja, não é possível identificar o cleptomaníaco antes dele adquirir objetos. Após o roubo o paciente reconhece o erro de seu gesto, não consegue entender porque fez nem porque não conseguiu evitar, fica envergonhado e esconde isso de todos. Essas características se assemelham muito ao transtorno obsessivo compulsivo, por isso está sendo estudada como uma possível variante desse transtorno, assim como quanto à bulimia também, por se tratar de um impulso (por definição incontrolável) que leva o paciente a sentir-se culpado e envegonhado depois de ter comido demais.
Qual o curso dessa patologia?
A cleptomania geralmente começa no fim da adolescência e continua por vários anos, é considerada atualmente uma doença crônica e seu curso ao longo da vida é desconhecido, ou seja, não se sabe se ocorre remissão espontânea. Geralmente a cleptomania é identificada nas mulheres em torno dos 35 anos e nos homens em torno dos 50.
Tratamento
Nâo há tratamento eficaz até o momento aceito, tentativas estão sendo feitas com terapia orientada ao insight nos EUA, terapia cognitivo comportamental e medicações, apenas com resultados parciais, algumas pessoas melhoram outras não. Também não se tem certeza se a melhora observada foi devido à atenção dada ou se foi pelo tratamento especificamente.

Ref Bibliográfica:
Am J Psychiatry. 2003 Aug;160(8):1509-13.
Psychopathology and comorbidity of psychiatric disorders in patients with kleptomania.
Bayle FJ, Caci H, Millet B, Richa S, Olie JP.

Kaplan & Sadock
Comprehensive TextBook in Psychiatry
6ª Ed.

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domingo, 9 de agosto de 2009

Depressão

Generalidades
Depressão é uma palavra freqüentemente usada para descrever nossos sentimentos. Todos se sentem "para baixo" de vez em quando, ou de alto astral às vezes e tais sentimentos são normais. A depressão, enquanto evento psiquiátrico é algo bastante diferente: é uma doença como outra qualquer que exige tratamento. Muitas pessoas pensam estar ajudando um amigo deprimido ao incentivarem ou mesmo cobrarem tentativas de reagir, distrair-se, de se divertir para superar os sentimentos negativos. Os amigos que agem dessa forma fazem mais mal do que bem, são incompreensivos e talvez até egoístas. O amigo que realmente quer ajudar procura ouvir quem se sente deprimido e no máximo aconselhar ou procurar um profissional quando percebe que o amigo deprimido não está só triste.
Uma boa comparação que podemos fazer para esclarecer as diferenças conceituais entre a depressão psiquiátrica e a depressão normal seria comparar com a diferença que há entre clima e tempo. O clima de uma região ordena como ela prossegue ao longo do ano por anos a fio...


O tempo é a pequena variação que ocorre para o clima da região em questão. O clima tropical exclui incidência de neve. O clima polar exclui dias propícios a banho de sol. Nos climas tropical e polar haverá dias mais quentes, mais frios, mais calmos ou com tempestades, mas tudo dentro de uma determinada faixa de variação. O clima é o estado de humor e o tempo as variações que existem dentro dessa faixa. O paciente deprimido terá dias melhores ou piores assim como o não deprimido. Ambos terão suas tormentas e dias ensolarados, mas as tormentas de um, não se comparam às tormentas do outro, nem os dias de sol de um, se comparam com os dias de sol do outro. Existem semelhanças, mas a manifestação final é muito diferente. Uma pessoa no clima tropical ao ver uma foto de um dia de sol no pólo sul tem a impressão de que estava quente e que até se poderia tirar a roupa para se bronzear. Este tipo de engano é o mesmo que uma pessoa comete ao comparar as suas fases de baixo astral com a depressão psiquiátrica de um amigo. Ninguém sabe o que um deprimido sente, só ele mesmo e talvez quem tenha passado por isso. Nem o psiquiatra sabe: ele reconhece os sintomas e sabe tratar, mas isso não faz com que ele conheça os sentimentos e o sofrimento do seu paciente.

Como é?
Os sintomas da depressão são muito variados, indo desde as sensações de tristeza, passando pelos pensamentos negativos até as alterações da sensação corporal como dores e enjôos. Contudo para se fazer o diagnóstico é necessário um grupo de sintomas centrais:

* Perda de energia ou interesse
* Humor deprimido
* Dificuldade de concentração
* Alterações do apetite e do sono
* Lentificação das atividades físicas e mentais
* Sentimento de pesar ou fracasso

Os sintomas corporais mais comuns são sensação de desconforto no batimento cardíaco, constipação, dores de cabeça, dificuldades digestivas. Períodos de melhoria e piora são comuns, o que cria a falsa impressão de que se está melhorando sozinho quando durante alguns dias o paciente sente-se bem. Geralmente tudo se passa gradualmente, não necessariamente com todos os sintomas simultâneos, aliás, é difícil ver todos os sintomas juntos. Até que se faça o diagnóstico praticamente todas as pessoas possuem explicações para o que está acontecendo com elas, julgando sempre ser um problema passageiro.

Outros sintomas que podem vir associados aos sintomas centrais são:

* Pessimismo
* Dificuldade de tomar decisões
* Dificuldade para começar a fazer suas tarefas
* Irritabilidade ou impaciência
* Inquietação
* Achar que não vale a pena viver; desejo de morrer
* Chorar à-toa
* Dificuldade para chorar
* Sensação de que nunca vai melhorar, desesperança...
* Dificuldade de terminar as coisas que começou
* Sentimento de pena de si mesmo
* Persistência de pensamentos negativos
* Queixas freqüentes
* Sentimentos de culpa injustificáveis
* Boca ressecada, constipação, perda de peso e apetite, insônia, perda do desejo sexual

Diferentes tipo de depressão
Basicamente existem as depressões monopolares (este não é um termo usado oficialmente) e a depressão bipolar (este termo é oficial). O transtorno afetivo bipolar se caracteriza pela alternância de fases deprimidas com maníacas, de exaltação, alegria ou irritação do humor. A depressão monopolar só tem fases depressivas.

Depressão e doenças cardíacas
Os sintomas depressivos apesar de muito comuns são pouco detectados nos pacientes de atendimento em outras especialidades, o que permite o desenvolvimento e prolongamento desse problema comprometendo a qualidade de vida do indivíduo e sua recuperação. Anteriormente estudos associaram o fumo, a vida sedentária, obesidade, ao maior risco de doença cardíaca. Agora, pelas mesmas técnicas, associa-se sintoma depressivo com maior risco de desenvolver doenças cardíacas. A doença cardíaca mais envolvida com os sintomas depressivos é o infarto do miocárdio. Também não se pode concluir apressadamente que depressão provoca infarto, não é assim. Nem todo obeso, fumante ou sedentário enfarta. Essas pessoas enfartam mais que as pessoas fora desse grupo, mas a incidência não é de 100%. Da mesma forma, a depressão aumenta o risco de infarto, mas numa parte dos pacientes. Está sendo investigado.

Depressão no paciente com câncer
A depressão costuma atingir 15 a 25% dos pacientes com câncer. As pessoas e os familiares que encaram um diagnóstico de câncer experimentarão uma variedade de emoções, estresses e aborrecimentos. O medo da morte, a interrupção dos planos de vida, perda da auto-estima e mudanças da imagem corporal, mudanças no estilo social e financeiro são questões fortes o bastante para justificarem desânimo e tristeza. O limite a partir de qual se deve usar antidepressivos não é claro, dependerá da experiência de cada psiquiatra. A princípio sempre que o paciente apresente um conjunto de sintomas depressivos semelhante ao conjunto de sintomas que os pacientes deprimidos sem câncer apresentam, deverá ser o ponto a partir do qual se deve entrar com medicações.
Existem alguns mitos sobre o câncer e as pessoas que padecem dele, tais como"os portadores de câncer são deprimidos". A depressão em quem tem câncer é normal, o tratamento da depressão no paciente com câncer é ineficaz. A tristeza e o pesar são sentimentos normais para uma pessoa que teve conhecimento da doença. Questões como a resposta ao tratamento, o tempo de sobrevida e o índice de cura entre pacientes com câncer com ou sem depressão estão sendo mais enfocadas do que a investigação das melhores técnicas para tratamento da depressão.
Normalmente a pessoa que fica sabendo que está com câncer torna-se durante um curto espaço de tempo descrente, desesperada ou nega a doença. Esta é uma resposta normal no espectro de emoções dessa fase, o que não significa que sejam emoções insuperáveis. No decorrer do tempo o humor depressivo toma o lugar das emoções iniciais. Agora o paciente pode ter dificuldade para dormir e perda de apetite. Nessa fase o paciente fica ansioso, não consegue parar de pensar no seu novo problema e teme pelo futuro. As estatísticas mostram que aproximadamente metade das pessoas conseguirá se adaptar a essa situação tão adversa. Com isso estas pessoas aceitam o tratamento e o novo estilo de vida imposto não fica tão pesado.

A identificação da depressão
Para afirmarmos que o paciente está deprimido temos que afirmar que ele sente-se triste a maior parte do dia quase todos os dias, não tem tanto prazer ou interesse pelas atividades que apreciava, não consegue ficar parado e pelo contrário movimenta-se mais lentamente que o habitual. Passa a ter sentimentos inapropriados de desesperança desprezando-se como pessoa e até mesmo se culpando pela doença ou pelo problema dos outros, sentindo-se um peso morto na família. Com isso, apesar de ser uma doença potencialmente fatal, surgem pensamentos de suicídio. Esse quadro deve durar pelo menos duas semanas para que possamos dizer que o paciente está deprimido.

Causa da Depressão
A causa exata da depressão permanece desconhecida. A explicação mais provavelmente correta é o desequilíbrio bioquímico dos neurônios responsáveis pelo controle do estado de humor. Esta afirmação baseia-se na comprovada eficácia dos antidepressivos. O fato de ser um desequilíbrio bioquímico não exclui tratamentos não farmacológicos. O uso continuado da palavra pode levar a pessoa a obter uma compensação bioquímica. Apesar disso nunca ter sido provado, o contrário também nunca foi.
Eventos desencadeantes são muito estudados e de fato encontra-se relação entre certos acontecimentos estressantes na vida das pessoas e o início de um episódio depressivo. Contudo tais eventos não podem ser responsabilizados pela manutenção da depressão. Na prática a maioria das pessoas que sofre um revés se recupera com o tempo. Se os reveses da vida causassem depressão todas as pessoas a eles submetidos estariam deprimidas e não é isto o que se observa. Os eventos estressantes provavelmente disparam a depressão nas pessoas predispostas, vulneráveis. Exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda de emprego, mudança de habitação contra vontade, doença grave, pequenas contrariedades não são consideradas como eventos fortes o suficiente para desencadear depressão. O que torna as pessoas vulneráveis ainda é objeto de estudos. A influência genética como em toda medicina é muito estudada. Trabalhos recentes mostram que mais do que a influência genética, o ambiente durante a infância pode predispor mais as pessoas. O fator genético é fundamental uma vez que os gêmeos idênticos ficam mais deprimidos do que os gêmeos não idênticos.

Última Atualização: 8-10-2004
Ref. Bibliograf: Liv 01 Liv 19 Liv 03 Liv 17 Liv 13 Eur. Psychiatry 2001; 16: 327-335
Relapse and Recurrence Prevention in Major Depression
JG storesum
J Psychiatry Res. 2000; 48: 493-500
Severe Depression is Associated with Markedly Reduced Heart Rate?
Phillis K Stein Psychiatry Research 2001; 104: 175-181
Symptoms of Atypical Depression
Michael Posternak

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Alimento protetor

Brócolis pode proteger pulmão de fumantes,diz estudo da BBC.

Um estudo conduzido nos Estados Unidos sugere que o brócolis pode ajudar a reduzir os danos causados nos pulmões de pacientes que sofrem de uma séria doença pulmonar geralmente associada ao fumo.

A equipe, da John Hopkins School of Medicine, em Maryland, acredita que um composto produzido pelo brócolis...

..., o sulforafano, aumenta a atividade da proteína NRF2 –conhecida por ser um potente antioxidante e componente de defesa dos pulmões contra inflamações.

Essa ação protegeria as células dos danos causados pela doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), normalmente causada pelo fumo e que engloba um conjunto de problemas pulmonares, entre eles a bronquite crônica e o enfisema.

Segundo o estudo, essa proteína aciona vários mecanismos que removem toxinas e poluentes que podem danificar as células pulmonares.

“Aumentar a atividade do NRF2 pode levar à tratamentos úteis que previnem a evolução da DPOC”, disse Shyam Biswal, que coordenou a pesquisa.

Efeitos

O estudo foi publicado na edição desta segunda-feira da revista científica “American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine”.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores examinaram amostras de tecido dos pulmões de fumantes infectados e não-infectados pela DPOC para determinar os níveis de NRF2 nos dois grupos.

Quando comparados com fumantes que não sofriam da doença crônica, os pacientes de DPOC em estágio avançado demonstraram níveis muito menores da proteína.

Por isso, os pesquisadores acreditam que tratamentos direcionados a aumentar os níveis de NRF2 podem atenuar os efeitos do estresse oxidativo provocado pela DPOC nos pulmões.

Segundo o estudo, o sulforafano é capaz de restaurar os níveis reduzidos do NRF2 nas células expostas à fumaça do cigarro.

Tratamento

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que o mesmo composto encontrado no brócolis era capaz de reverter os danos causados pela diabetes aos vasos sangüíneos do coração.

“Pesquisas futuras devem ser direcionadas ao NRF2 como uma nova estratégia para aumentar a proteção antioxidante nos pulmões e testar sua habilidade em melhorar a função pulmonar de pacientes com DPOC”, disse Biswal.

Um porta-voz da Fundação Britânica dos Pulmões afirmou que o estudo é importante para mostrar o desequilíbrio entre oxidantes e antioxidantes nos pulmões.

“Sabemos que o brócolis contém compostos naturais, mas por enquanto os estudos foram feitos apenas em laboratórios e são necessárias mais pesquisas para descobrir se pode produzir os mesmos efeitos em humanos”, disse.

A doença pulmonar obstrutiva crônica foi considerada a quinta mais letal do Brasil, segundo dados recolhidos pelo Projeto Platino, que investigou a incidência da doença no Brasil em 2003.

Segundo os dados, a DPOC provoca cerca de 270 mil hospitalizações anualmente, e é causa crescente de morte no país.

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Falta de Memória

Você anda esquecido ultimamente? Viu um conhecido e não soube lembrar o seu nome? Esqueceu de um compromisso e ficou por causa disto péssimo? Bem você pode começar a imaginar um monte de coisas quando situações como estas acontecem com maior freqüência. Será que estou doente? É o mal de Alzheimer? Vamos então separar as coisas. Acontece que nosso cérebro precisa se esquecer da maioria das coisas que vivemos. Temos que esquecer...

..., aliás, passamos a vida a deixar memórias para trás. Saiba que mais esquecemos do que lembramos. Pois do contrário seria absolutamente impossível vivermos. Imagine se ao relembrar algum fato passado, você tivesse que reviver todos os inúmeros pormenores que cercaram esta experiência. Por exemplo, se alguém lhe pedir para que faça um resumo de sua vida, talvez consiga em poucas horas dizer muita coisa, mas veja, se você tem 30 anos, já viveu 10.950 dias ou 262.800 horas ou 15.768.000 minutos, desconte metade pensando nas horas que dormiu, tire mais uns pouco pelos seus primeiros anos de vida, ainda irá sobrar muito tempo e duvido que conseguirá lembrar de menos de 1% por cento de exatamente todos os fatos que passaram a sua frente. Em um conto belíssimo Borges relata a vida de um personagem que se lembrava de tudo. Quando alguém lhe perguntava alguma coisa passava a descrever o acontecido, com todos os detalhes, no exato tempo em que o tinha vivido e isto fez de sua vida um inferno. Na verdade somos o que lembramos, mas também o que esquecemos.

Por que é assim? Acontece que nosso cérebro memoriza ou retém algumas coisas. Temos basicamente três tipos de memória, como explicam os neuropsicólogos, a memória de trabalho, e as declarativas dividas em memória episódica e a memória semântica . A primeira, chamada de memória de trabalho é aquela que usamos a todo o momento, que no fim das contas nos permite viver, gerencia a realidade. Assim enquanto estou a falar com alguém vou me dando conta do que acabei de dizer para poder continuar o que mais tenho de lhe falar, vou lembrando de alguns detalhes daquele momento para ter adequação o que mais vir depois. Estou percebendo como você reage ao que falo, sua atitude, sua roupa, seus traços etc. Disto, que estamos vivemos no momento, algumas coisas irão ficar por um tempo registradas e depois esquecidas. Se lhe perguntarem o que almoçou ontem irá muito provavelmente lembrar, mas e se lhe perguntar o que você almoçou há um mês? Aí vêm as memórias episódicas, que diz respeito a nossa história, aos fatos que tiveram significado em sua existência. Se este almoço, há um mês atrás, foi algo importante, um momento especial, como, por exemplo, a primeira vez que você esteve com sua namorada, é bem provável que não esquecerá. Ou aconteceu que o restaurante pegou fogo! Há uma relevância emocional forte na esteira de uma lembrança episódica. E interessantemente, quando esta relevância é muitíssimo intensa e desfavorável, iremos “esquecer” esta memória, ela irá ficar estrategicamente guardada, sem ser lembrada para que não nos atormente. E, a memória dita semântica é aquela que usamos e não faz parte particularmente, da nossa história, pois é comum a muitos, como o nosso conhecimento da língua portuguesa, de coisas que sabemos porque aprendemos. Você sabe qual é a capital da Espanha? É uma memória semântica. Agora se eu lhe perguntar se conhece Madrid e me disser que ela é assim assado, pois já esteve lá há dois anos atrás, isto é memória episódica.

Bem este assunto é extensíssimo e tenho que terminar o texto, pois já está terminando a página. Mas gostaria de finalizar dizendo-lhes que a maior parte das pessoas que se queixam de falta de memória, não se deve a que alguma doença temida esteja lhe assolando. Há uma correlação intensa com a nossa concentração, com a nossa capacidade de abstrair-nos do resto, para que possamos fazer algo inteiramente. Pegue um livro de cabeça cheia e tente ler. Por certo muito irá se perder. Faça muitas coisas ao mesmo tempo e com muita ansiedade. É bem possível que se esquecerá da maioria. Uma pessoa preocupada, triste e angustiada não se concentra. E claro, não se lembra. No entanto, lembre-se: esquecer é muitas vezes saudável.

Texto de autoria do Dr. Paulo Mattosinho Filho

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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Animais Domésticos Exóticos

Estudo “Journal of the American Academy of Pediatrics”


Animais domésticos exóticos e pouco comuns como roedores, répteis, ouriços-cacheiros e macacos representam um risco para saúde das crianças e das pessoas com um sistema imunitário deficiente, segundo um relatório divulgado esta semana no “Journal of the American Academy of Pediatrics”.

Ter um animal pode ser positivo para as crianças, mas um grande número de animais como as tartarugas, os hamsters ou os macacos podem propagar doenças causadas por “salmonella”, “campylobacter” e parasitas “cryptosporidium”, sublinham os autores deste estudo.

Os pediatras recomendam que as famílias com crianças de menos de cinco anos, particularmente vulneráveis, evitem ter este tipo de animais em casa.

Segundo o relatório, dirigido por Larry Pickering, cerca de 11% dos casos de infecções por “salmonella” entre as crianças resultaram (aparentemente) de contactos com lagartos, tartarugas, e outros répteis.

De acordo com o relatório, os ouriços-cacheiros, presentes em cerca de 40 mil lares nos EUA, revelaram ser origem de “salmonella” de diferente serotipos, tais como “S. Tilène” “Yersinia pseudotuberculosis” e “Mycobacterium marinum”, o que pode ser explicado pelos seus esporos poderem penetrar na epiderme. Os macacos, por seu turno, são portadores nomeadamente do herpesvírus B.

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domingo, 2 de agosto de 2009

déjà vu:

Déjà vu: o bug cerebral
Deja Vu Paramnesia Emile Boirac Fabrice Bartolomei Leeds Memory Group Alan Brown

Dura somente umas fracções de segundo, traduz-se por uma estranha impressão de já ter vivenciado a cena presente e mesmo saber o que se vai passar em seguida, ainda que a situação que esteja a ser vivida seja inédita. O déjà vu, ou paramnesia como também é conhecido, tem sido ao longo dos anos objecto das mais díspares tentativas de interpretação, mas para nós, comuns mortais, continua a ser um quebra-cabeças inexplicável.
Émile Boirac, filósofo, cientista e esperantista francês, profundamente interessado em pesquisas na área da parapsicologia, deu o nome, em 1876, a este fenómeno curioso que durante anos foi considerado como sendo uma reminiscência de vidas passadas, prova segundo alguns, da existência de reencarnação.

Sigmund Freud dava-lhe outra explicação: as cenas familiares seriam visualizadas nos sonhos e depois esquecidas e, segundo ele, eram resultado de desejos reprimidos ou de memórias relacionadas com experiências traumáticas. Outra das explicações propostas fazia depender o fenómeno de uma similitude entre elementos da cena vivenciada e elementos de outras passadas mediada por um fenómeno emocional.

Ao longo dos tempos a vastíssima Ciência Médica foi avançando diversos cenários para o fenómeno e hoje os progressos nas Neurociências fazem emergir várias hipóteses: uma decalage no encaminhamento das percepções por diferentes vias nervosas que leva a que a informação retardada não seja considerada pelo cérebro como “nova”, é uma delas.

A forma como o cérebro memoriza uma informação, colocando-a directamente na memória a longo prazo sem passar primeiro pela memória a curto prazo, podendo fazê-la parecer uma recordação longínqua em vez de uma informação do presente, é outra das teorias propostas para o fenómeno.

Fabrice Bartolomei, Neurologista francês, vem agora propor uma explicação diferente que começa a tornar-se consensual nos meios científicos: o “déjà vu” será resultado de uma fugaz disfunção da zona do cortex entorrinal, situado por baixo do hipocampo e que se sabia já implicada em situações de “déjà vu” comuns em doentes padecendo de epilepsia temporal.

Deja Vu Paramnesia Emile Boirac Fabrice Bartolomei Leeds Memory Group Alan Brown

Experiências de estimulação do córtex entorrinal com recurso a eléctrodos demonstram que as pessoas submetidas a esta estimulação sofrem sensações de familiaridade com tudo o que os rodeia em 11% dos casos, contra 2% nas pessoas em que somente as zonas vizinhas do córtex entorrinal são estimuladas. Testes realizados com macacos, evidenciando a activação do córtex entorrinal em situações de descoberta de um novo elemento num conjunto, parecem também apoiar a teoria da existência desse “bug” cerebral.

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Experiências conduzidas por investigadores do Leeds Memory Group permitiram recriar em laboratório e com recurso à hipnose sensações de "déjà vu", no que parece constituir uma nova base de trabalho para o esclarecimento do fenómeno que mereceu de Alan S. Brown, reputado investigador e autor de pesquisas nesta área da Southern Methodist University, comentários muito positivos.

Outros dados apontam para que situações de stress ou fadiga possam favorecer, neste contexto disfuncional, o aparecimento do fenómeno, mas a causa precisa deste “curto-circuito” cerebral permanece ainda desconhecida. Até lá, até que as Neurociências venham fazer definitivamente luz sobre o assunto, vamos gerindo com uma pontinha de estupefacção e de incredulidade os nossos “Esta cena parece-me familiar. Mas onde raio é que eu já vi isto?”

Bugs Felizes.

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