Mostrando postagens com marcador amado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amado. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de maio de 2014

A história do livro

Os livros...

    Conheça a história do livro, desde as suas primeiras formas até as grande editoras e o hábito de leitura no Brasil. 
        O livro tem aproximadamente seis mil anos de história para ser contada. O homem utilizou os mais diferentes tipos de materiais para registrar a sua passagem pelo planeta e difundir seus conhecimentos e experiências. Os sumérios guardavam suas informações em tijolo de barro. Os indianos faziam seus livros em folhas de palmeiras. Os maias e os astecas, antes do descobrimento das Américas, escreviam os livros em um material macio existente entre a casca das árvores e a madeira. Os romanos escreviam em tábuas de madeira cobertas com cera.
       Os egípcios desenvolveram a tecnologia do papiro, uma planta encontrada às margens do rio Nilo, suas fibras unidas em tiras serviam como superfície resistente para a escrita hieróglifa. Os rolos com os manuscritos chegavam a 20 metros de comprimento. O desenvolvimento do papiro deu-se em 2200 a.C e a palavra papiryrus, em latim, deu origem a palavra papel. Nesse processo de evolução surgiu o pergaminho feito geralmente da pele de carneiro, que tornava os manuscritos enormes, e para cada livro era necessária a morte de vários animais.
      A MANUFATURA

          O papel como conhecemos surgiu na China no início do século 2, através de um oficial da corte chinesa, a partir do córtex de plantas, tecidos velhos e fragmentos de rede de pesca. A técnica baseava-se no cozimento de fibras do líber - casca interior de certas árvores e arbustos - estendidas por martelos de madeira até se formar uma fina camada de fibras. Posteriormente, as fibras eram misturadas com água em uma caixa de madeira até se transformar numa pasta. Mas a invenção levou muito tempo até chegar ao Ocidente.
      O papel é considerado o principal suporte para divulgação das informações e conhecimento humano. Dados históricos mostram que o papel foi muito difundido entre os árabes, e que foram eles os responsáveis pela instalação da primeira fábrica de papel na cidade de Játiva, Espanha, em 1150 após a invasão da Península Ibérica.
      No final da Idade Média, a importância do papel cresceu com a expansão do comércio europeu e tornou-se produto essencial para a administração pública e para a divulgação literária. Johann Gutenberg inventou o processo de impressão com caracteres móveis - a tipografia. Nascido, em 1397, da cidade de Mogúncia, Alemanha, trabalhava na Casa da Moeda onde aprendeu a arte de trabalhos em metal.
      Em 1428, Gutenberg parte para Estrasburgo, onde fez as primeiras tentativas de impressão. Segundo dados históricos, em 1442, foi impresso o primeiro exemplar em uma prensa. Em 1448 volta à sua cidade natal, e dá início a uma sociedade comercial com Johann Fust e fundam a 'Fábrica de Livros' - nome original Werk der Buchei. Entre as produções está a conhecida Bíblia de Gutenberg de 42 linhas. A partir daí o mundo não seria mais o mesmo.
       A partir do século 19, aumenta a oferta de papel para impressão de livros e jornais, além das inovações tecnológicas no processo de fabricação. O papel passa a ser feito de uma pasta de madeira, em 1845. Aliado à produção industrial de pasta mecânica e química de madeira - celulose - o papel deixa de ser artigo de luxo e torna-se mais barato. As histórias, poesias, contos, cálculos matemáticos, idéias e ideais poderiam, a partir de agora, percorrer mares e terras e chegar ás mãos de povos que seus autores jamais imaginariam. Mas desenvolver o hábito da leitura é um desafio a ser enfrentado.

     Fundada em 1946, a Câmara Brasileira do Livro é uma das iniciativas criadas com a missão de desenvolver a leitura no País e difundir a produção editorial brasileira. A CBL, uma entidade sem fins lucrativos que reúne editores, livreiros e distribuidores, realizou em 2000 uma pesquisa em todo o País para avaliar a indústria do livro nacional. Segundo a pesquisa, há no País cerca de 26 milhões de leitores, e 12 milhões de compradores são das classes B e C. Sendo que 60% têm mais de 30 anos, e 53% são moradores da Região Sudeste. Da população alfabetizada com mais de 14 anos, 30% leu pelo menos um livro nos últimos três meses. Ainda de acordo com os dados apurados, o grau de escolaridade mantém influência decisiva para a leitura. O grupo de pessoas que mais compra livros no País possue nível médio de escolaridade
     A LEITURA
    Plínio Martins Filho, presidente da Editora da USP e professor no curso de Editoração da Escola de Comunicações e Artes (ECA), diz que o consumo de livros no Brasil só não é maior por uma questão de hábito. "Uma das causas da falta de hábito é que a leitura tem que disputar espaço com outras formas de entretenimento. As grandes editoras do Brasil surgiram junto com o rádio e a televisão que, de alguma forma, são meios de lazer baratos e de fácil acesso." Segundo ele, a distribuição e a divulgação de livros no Brasil são precárias. Não há verba para se fazer divulgação de livros pela televisão, que é uma mídia cara. E os jornais tratam como assunto de final de semana. "Um exemplo disso é que na França a venda de jornais aumenta no dia em que são publicadas resenhas. No Brasil as resenhas são publicadas nos dias em que se vende mais jornais", afirma ele.

Bom dia!!!

Leia Mais…

sábado, 26 de abril de 2014

Sua parceira é mulher ou menina?

"Faça o teste!
     Por Ruth de Aquino Este post é uma resposta provocadora ao texto da psicóloga e escritora Mônica El Bayeh. Ela escreveu “Seu parceiro é homem ou menino? Faça o teste”.
     Li, reli, pensei no mundo masculino, no mundo feminino...e em tudo que todos nós, seres humanos, temos vivido, juntos ou separados, ao longo de movimentos feministas e mudanças da sociedade, que incluem hoje as redes sociais, às vezes tão nocivas ao relacionamento a dois. No post de Mônica, tive a impressão de que “Homem” era uma pessoa legal e que “Menino” era um sacana e aproveitador...No meu post de hoje, talvez vocês tenham a mesma sensação: “Mulher” é uma pessoa legal e “Menina” é uma sacana e manipuladora. Na vida real, não é assim. Escrevemos sobre simplificações, para ficar mais fácil enxergar. Claro que, como diz Mônica – ela que conhece muito mais, por profissão, a psique humana – nunca somos apenas homens ou meninos. Nunca somos apenas mulheres ou meninas. A imaturidade nos faz errar muito – para o prejuízo dos outros, mas sobretudo para o prejuízo de nós mesmos. Enfiamos o dedo na tomada e nos machucamos. Mas, se pudermos pensar que não somos vítimas, por ter nascido homem ou mulher, já ajuda... Se Mônica diz “fuja dos meninos”, eu digo “ame os meninos, quem sabe você é uma menina também”. Há mulheres que se comportam como meninas a vida inteira. Jamais amadurecem, assim como alguns homens. “Ame as meninas e as ajude a se tornar mulheres”. Mulheres bacanas. Também é uma generalização achar que “maduros” são sempre melhores do que “imaturos”. Há “maduros e maduras” que são amargos, tristes, cínicos e sacanas. E há “imaturos e imaturas” que, são, simplesmente, encantadores e abertos à vida, ingênuos e confiantes. Se tentássemos nos ajudar a todos mutuamente, sem querer engolir o outro...Porque ser feliz no amor é sorte, mas também compreensão, trabalho cotidiano e dedicação. Lembrei do post da Cláudia Penteado, outra convidada de meu blog: “Reconstruir. Reconstruir. Reconstruir. Só assim o amor dá certo?”. É só assim... Então, vamos lá: sua parceira é menina ou mulher? Faça o teste! (Mas lembre: não se trata de estimular uma guerra dos sexos. É só um outro ângulo. Para enxergar os estereótipos que cercam todos e todas nós)
1 – Mulher não fica pedindo para casar. Muitas vezes, nem quer casar, mesmo que ele se ajoelhe. Menina quer anel, data, festa, bate pé, chora para casar. Para a menina, isso é “prova de amor”. Mulher aceita um relacionamento inicial sem compromisso, para amadurecer o sentimento. Menina, só com compromisso e exclusividade. 
2 – Mulher não acha que homem precisa pagar tudo para elas. Menina não gasta um centavo quando sai junto porque a companhia (dela) já é “um presente” para o homem. Ela ignora que houve uma revolução sexual e que as despesas devem ser divididas, porque homens e mulheres são parceiros.
3 – Mulher não fica controlando para onde o homem olha na rua, ela está ocupada com outras coisas e também enxerga homens interessantes que não são o seu. Menina perscruta até atrás das lentes dos óculos escuros dele para checar se está apreciando alguma outra que não seja ela. Se estiver, pau nele. E o domingo de praia ou passeio fica comprometido com uma DR infindável.
4 – Mulher não fica fazendo fofoquinha nas redes sociais e provocando o homem com insinuações para deixá-lo com ciúme ou medo. Menina passa mil recados pelas redes sociais para que ele se curve a suas carências. Mulher não checa Facebook nem email nem celular dele porque sabe que isso é crime e invasão de privacidade. Menina fuça tudo isso e ainda por cima cobra depois.
5 – Mulher quer um homem. Menina quer príncipe porque se considera princesa. Mulher quer se realizar no seu trabalho e não somente no amor. Menina quer se realizar no amor e ponto, porque é o fim do mundo se o amor não der certo, todo o resto fica comprometido. Mulher quer amar. Menina quer é ser amada. Mulher não sacrifica todos os seus anseios em troca de um casamento. Menina sacrifica e depois cobra.
6 – Mulher deixa o homem se vestir como quiser porque ser estilista dele não é sua atribuição na vida – ela pode no máximo dar sugestões de como ele fica melhor. Menina quer mudar a roupa dele, o corte de cabelo dele, enfim, quase tudo na aparência do homem, dependendo da “ocasião” social. Mulher pode ir sozinha a uma ocasião social. Menina só quer ir acompanhada.
7 – Mulher não exige pensão para ela quando se separa – só para os filhos, quando houver. Menina explora o homem com pensões extorsivas, até para os filhos. No fim de um relacionamento de amor, mulher preserva o ex, fica na sua e tenta refazer a vida. Menina sai fazendo a caveira dele e conta tudo à sua maneira para as amigas, como se fosse vítima de uma grande sacanagem (sempre).
8 – Mulher entende que o homem tem uma parte de seu mundo interno que é só dele – seja o futebol com amigos ou qualquer coisa parecida. E respeita – porque ela também tem seu mundo interno, só dela. Menina acha que precisa participar de tudo de seu amado e o sufoca a um ponto tal que o força a mentir. E depois cobra.
9 – Mulher não tem problema incontornável com a ex – ou, se tem, procura não se meter. Menina sempre tem ciúme da ex (especialmente da ex-mulher ou ex-namorada bacana, aquela que ousa continuar amiga! – é como se o homem tivesse nascido depois). Menina tem ciúme incontrolável do passado dele. Mulher aceita os filhos do homem com a ex. Menina está sempre implicando com filhos que não são dela.
10 – Mulher participa ativamente do ato de fazer amor porque também quer dar prazer; ela admira o corpo de seu homem e não finge que goza. Menina se deita e acha que o homem precisa atender e conhecer todos os seus sinais: seu tempo, seus desejos, sua falta de desejo. E finge orgasmo para satisfazer o ego masculino."

-E por que não,Menina Mulher,outrora,Mulher Menina?


Leia Mais…
 
© 2007 Template feito por Templates para Você